Joint Venture: Empresas se aliam a companhias de tecnologia para se adaptar ao novo cenário

 

Joint-Venture

 

O atual cenário de crise, no mundo todo, tem preocupado empresários de todos os ramos, que procuram agora se adequar e buscar caminhos para vencer o caos e sobreviver no mercado. Para conseguir isso, muitos têm buscado joint ventures com empresas de tecnologia, segmento que hoje está contribuindo muito para a expansão dos negócios.

Joint Venture: parceria para investimentos

A joint venture é uma forma de parceria na qual duas ou mais empresas, que podem ser do mesmo ramo ou de diferentes, se reúnem e fazem investimentos em determinada situação, durante um tempo preestabelecido.

Em geral, esse tipo de estratégia é utilizada quando se quer expandir a empresa em certos setores, como logística, industrial, tecnológica, comercial etc. e através dela é possível partilhar lucros e benefícios. Mas, não só isso. Analisando a estrutura da palavra, em inglês, fica mais fácil entender: joint significa junto e venture significa risco. Logo: partilha-se, também, nesse tipo de estratégia, os riscos inerentes a todo tipo de parceria.

Evidentemente, os riscos são diminuídos quando duas ou mais organizações se juntam para realizar determinado empreendimento. Para se ter uma ideia de quanto a joint venture pode ser interessante para as empresas, na China ela é  muito utilizada. Qualquer companhia que queira se estabelecer no país deve, por lei, se associar a uma empresa chinesa.

Exemplos de Joint Venture

Os mais velhos devem se lembrar da Autolatina, uma joint venture que ocorreu entre a Volkswagem e a Ford, que teve início em 1987 e perdurou até meados de 1996. As fábricas e operações de ambas gigantes do automobilismo foram integradas com o objetivo de diminuir os custos e potencializar o que cada uma tinha de melhor. E durante os anos que durou a parceria, tanto Volkswagem quanto Ford obtiveram muitas vantagens.

Outro exemplo foi a parceria da Nokia com a Siemens, duas enormes empresas de telefonia móvel, em 2006, que formaram uma joint venture denominada Nokia Siemens Networks, com sede em Helsinque, na Finlândia. Pouco tempo depois, a empresa foi avaliada como a quarta maior do mundo entre as fabricantes de instrumentos de telecomunicações.

Mais um exemplo? A Sony Ericssom e a Globosat , programadora de canais aqui no Brasil, realizaram várias joint ventures que permitiram trazer canais como o Universal Channel, rede Telecine, canais adultos, dentre outros, para o País.

Com o cenário atual, é possível afirmar que as joint ventures que os empresários brasileiros estão firmando com startups de tecnologia poderão, sim, ajudar o mercado a enfrentar os desafios que surgirão pela frente.

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2020-09-08T13:25:39-03:00